[Introdução]
Já imaginou?
E se os contos mais famosos
Que tu escutou
Batalhassem um contra o outro?
O mundo sabe
A verdade ou não?
Então começem
Os contos da destruição
[Pré-Verso]
Se apresentem, competidores
Dark Momotaro e seus companheiros sinistros
Canibal Vermelha, veste um lobo
E não chapeuzinhos
008, multi-armamentos
Pyno-kyo, o que é modelo cibernético
Vem João, ele não teme de nada
E Maria, sua espada amaldiçoada
Buda Son Goku acha que vai ser divertido
Venha, Branca de Neve, traz os seus venenos consigo
Sem esquecer Ali Baba, e claro, a besta fera, Bela
Que começe o bloco A
Então qual desses vai ser o vitorioso?
Vamos descobrir, vocês querem escutar?
Hoje, estou aqui para contar sobre um embate
O terceiro duelo está prestes a começar
[Verso 1]
Criado pela humanidade
Ele e a sua unidade
Mecanizado de verdade
008 Pyno-kyo, o que? É uma arma de combate
Sim, Geppetto fez uma arma
Mas essa arma odeia matar
Aprendi a ter um bom coração
Eu odeio mentiras contar
Sistema de multi-armamentos
008, eu sou cibernético
Essa luta mal começou
E agora, já tô tão perto
João, me comove seu passado
Mas canhão de prótons, armamento pesado
Admita a derrota, pois não quero ver sangue
Admita a derrota, pois não quero matá-lo
Yeah, woah
Yeah, woah
[Refrão]
Por favor, sem mentiras
Pois mentir é coisa feia
O maior desejo
De um boneco de madeira
É ser só um menino
Um menino de verdade
Nesse conto, Pyno-kyo
É uma arma de combate
[Verso 2]
De armas transferência, de armas coleção
João, o seu passado, nós deixamos para outra ocasião
Analisando porcentagens, o alvo tá querendo briga
100% carregado, bem, o alvo tá na mira
Eliminar
Eliminar
Acho que o meu arsenal te pega desprevinido
Você tá encurralado, foguetes, bombas e tiros
Pura tecnologia
Mas cuidado, João e Maria
Esse ataque meu é rajada
Mas eu não quero ferir ninguém
Então Pinóquio, ei, muita calma
Se rende, João, isso é pro teu bem
[Ponte]
Analisando todo o campo
Eu vejo todos os seus planos
Criando barreiras, tá tentando
Minimizar os seus danos
Como eu imaginei, a arena
Eu estou devastando
Barreiras me protegem
E o João tá atacando
Olhar calculista
Não acabou a energia
João, eu pensei
Que tu se renderia
Da estratosfera, giro a manivela
Um ataque de emergência, teleguiado em você
Choca a plateia, um raio te oblitera
João, se não agir, hoje, você vai morrer!
[Verso 3]
Mas algo que ninguém imaginaria
A beira da morte, João e Maria
Sobreviveram a um ataque que
Uma cidade inteira destruiria
Ei Pinóquio, me deu uma memória e tanto
A pergunta que você tá buscando
Pare de mentir pra si mesmo
Porque você é humano
O que eu sou?
Sempre busquei saber
Era só um número?
Igualzinho a vocês?
Recebi ódio de outras numerações
Mas ela quis proteger dentre tantas confusões
Ela morreu por mim, por ser um covarde nessas ocasiões
Você não mente e não mata
[Pré-Refrão]
É um bom menino, essa dor que eu sinto
Ela é programada? Tudo foi perseguido
Por aquele cara, não posso crer em nada
Mas posso morrer hoje, como humano nessa batalha
Quem avança pra próxima rodada é o espadachim: João e Maria
[Refrão]
Por favor, sem mentiras
Pois mentir é coisa feia
O maior desejo
De um boneco de madeira
É ser só um menino
Um menino de verdade
Nesse conto, Pyno-kyo
É uma arma de combate