[Introdução]
Contos de fadas se enfrentam num torneio nomeado
Chamado de "Contos da Destruição"
Pro terceiro combate, temos o menino Pinóquio
Nessa luta vai enfrentar João
E Maria, minha espada
Espada amaldiçoada
Na pressa, um ciborgue mira em mim
Acha mesmo que eu vou desistir?
[Verso 1]
Sinto muito, mas eu não
Tenho medo de ti
Nessa luta eu te enfrento
E prometo, não vou mentir
Minha irmã já tá há um bom tempo parada
E ela quer brincar contigo, que ironia
Então só vem, espada amaldiçoada
Liberando todo o poder de Maria
Há anos trás
A vida que tu conhece não era bela
Desgraça, uma crise que se prolifera
Centenas de crianças abaixo da terra
As que sobreviveram vivem na miséria
[Pré-Refrão]
Duas crianças, João e Maria
Encontraram algo naquele dia
Uma casa de doces pra quem não comia
Barras de chocolate, paredes de gelatina
Essa casa pertence a alguém que eu nunca temerei
Inúmeras poças de sangue no chão tem
A cabeça da bruxa eu arranquei
[Refrão]
Deixa eu me apresentar, eu sou João
Vocês conhecem a minha irmã?
Veja ela sacada na minha mão
Suplicando o nome dela, chamem Maria
Te dou minha vida, Maria
Lute comigo, Maria
Contos sem finais felizes
Contos de João e Maria
[Pré-Verso]
A nossa criação foi diferente
Meu pai era violento
Uma lição, como ser sangue frio
Com o tempo
Na nossa frente, uma espada feia
Deve ser amaldiçoada
Então Maria, pela brincadeira
Qual poder que nos aguarda?
Ei João, esse homem tá querendo nos parar
Fizemos a iniciação, e ele quer nos matar
Então estamos envolvidos com um ritual demoníaco
Então Maria, ele é nosso inimigo
Nesse dia
Em minhas mãos, o sangue de Maria
Se fundindo com a espada por minha vida
Então cuidado com a minha irmãzinha, minha irmãzinha
[Verso 2]
Se ela é tão forte, então me deixe sacá-la
Ciborgue pesado não vai vencer essa batalha
Esse meu passado é tão interessante, né?
Desde aquele dia, tô matando quem eu quiser
Dentro dessa espada, minha irmãzinha olha tudo
Prometi há muito tempo que vamos dominar o mundo
Pinóquio cria barreiras usando seus adjuntos
Irmão, eu crio barreiras, deixa eu me divertir junto?
[Ponte]
Tá mal?
Energia final
Seu olhar mudando, sinto que vem algo pesado
Um ataque brutal, eu vou ser desintegrado
Emergência nuclear, e eu acho que eu sou o alvo
Mas tão perto da morte, relembro do meu passado
[Verso 3]
Sempre foi eu e Maria, nós matamos nossa mãe
Sempre foi eu e Maria, juntos derramamos sangue
Foi naquele dia que pude entender tão bem
Que tudo estaria bem se eu estivesse com a minha irmã
Foi como eu disse
Juntos, somos invencíveis
Irmãos sem finais felizes
Fundidos, nos presencie
E é tão bom, me olhe igual
Mamãe me olhou naquele dia
O espadachim mágico
Nós somos "João e Maria"
E sem muita falação
Um passo, sua cabeça na minha mão
Agradeço por essa recordação
Não é máquina, é humano
E como humano, o corpo no chão
[Refrão]
Deixa eu me apresentar, eu sou João
Vocês conhecem a minha irmã?
Veja ela sacada na minha mão
Suplicando o nome dela, chamem Maria
Te dou minha vida, Maria
Lute comigo, Maria
Contos sem finais felizes
Contos de João e Maria