Da Weasel & Czech National Symphony Orchestra
Da Weasel
Da Weasel
Da Weasel & Atiba
Da Weasel
Da Weasel & Czech National Symphony Orchestra & Maestro Rui Massena
Da Weasel & Bernardo Sassetti
Da Weasel & Czech National Symphony Orchestra & Maestro Rui Massena
Da Weasel
Da Weasel
Da Weasel
Da Weasel
“Dialectos da Ternura” é a terceira música do álbum sucessor ao multi-platinado “Re-Defenições”, “Amor, Escárnio e Maldizer”.
Tal como na terceira música do álbum anterior, PacMan fala sobre mulheres.
[Verso 1: Pacman]
Yo, ela diz que me adora quando a noite vai a meio
Eu sinto-me melhor pessoa, menos fraco, feio
Passa o dedo na rasta com a mão bem suave
Encosta o lábio no ouvido e diz-me: "Queres que a lave?"
Vamos para o chuveiro, ela flui com a água
Lava-me a cabeça, a alma e qualquer réstia de mágoa
Diz que o meu amor lhe dá um certo calor na barriga
É aí que eu sei que quero ser para sempre aquele nigga
Que lhe mete a rir, rir, quando eu lhe faço vir
Da Terra até à Lua mano, é sempre a subir
E somos grandes, gigantes com dez metros de altura
Falamos vinte línguas, dialectos da ternura, tipo
[Refrão: Virgul]
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
[Verso 2: Pacman]
Água morna em pele quente poro aberto não perfura
Minha alma já tá nua, eu faço-lhe uma jura, jura
Para sempre teu depois da noite volvida
Um segundo ao teu lado já preenche uma vida
O conceito de tempo não entra na sensação
Aquilo que vivemos tá gravado no coração
Segura na minha mão e continua a canção
É a melhor que já ouvi, reinventaste "A Paixão"
E ela diz que me adora quando o dia vai a meio
O copo passa de meio vazio para meio cheio
A palavra ganha vida e fala à minha frente
Sigo calmo atrás dela, deixo crescer a semente
E diz-me:
[Refrão: Virgul]
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
[Verso 3: Pacman]
Em cada beijo há uma frase, em cada frase há um verso
Em cada verso há um lado do lado inverso
De uma história que assombra a memória
Da leveza irrisória de uma conquista notória
Faço V de vitória, porque hoje eu sou rei
Ao lado da rainha com que sempre, sempre sonhei
Foi por isto que esperei em cada noite que amei
Ou pensei que amei porque é agora que eu sei
A razão da palavra consagrada
Que tanta gente dá à toa em troca de quase nada
Ela não 'tá espantada, pelo contrário, relaxada
Revê-se na expressão da expressão enamorar
E diz-me:
[Refrão: Virgul]
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
Uh, uh, yeah, yeah
Faz, faz, bébé
[Outro: Virgul]
Uh, uh, yeah, yeah
Dialectos da Ternura was written by Carlão (PRT).
Dialectos da Ternura was produced by João Nobre & Pedro Quaresma.